sábado, 23 de maio de 2015

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Autor: APS Portugal

APS Review [MINI-ANÁLISE – 1x23 – “Fast Enough” – “ -What did you do?; -No such...

APS Review
[MINI-ANÁLISE – 1x23 – “Fast Enough” – “ -What did you do?; -No such thing as a coincidence ”]

Mega-cliffhangers!
Ninguém estava à espera. Barry decide aceitar a proposta de Eobard e salvar a sua mãe [não era disto que não estávamos à espera], era tudo o que ele mais queria, e decidiu seguir em frente... apesar da recente revelação de que a abertura de uma fractura no tempo, também poderia gerar uma singularidade e que poderia consumir o mundo todo! [Worth it!]

Se já não era fácil de processar que a Nora ser salva trazia consigo uma complexidade/desastre na realidade que conhecemos e imaginar que nunca teria existido um Flash, então com a morte do Eddie foi ainda mais complexo, porque sem ele, não existia Flash nem Eobard Thawne, como é que nunca pensámos nisto? O máximo que já imaginámos, foi o Eddie a ser o próximo reverse-flash e não um herói a suicidar-se para salvar o dia! Chega até a ser complicado de perceber, as viagens no tempo já são complexas o suficiente, corrigi-las também, mas ainda conseguimos processar a parte da Nora perfeitamente, agora, quando ainda nem conhecemos essa realidade alternativa e ainda nos presenteiam por cima disso e logo a seguir, algo pior, a morte de uma personagem que muda todo um trajecto, é de nos deixar confusos.

Mas conseguimos ter uma noção. Ficámos com um Eddie morto a ser sugado para o vortex, mas não acredito que não o veremos mais, porque exactamente pelo corpo dele ter sido sugado pelo wormhole, ele pode (e quase de certeza), surgir de novo, noutro universo alternativo, talvez estejamos perto de ver múltiplas linhas do tempo, porque a morte do Eddie trouxe uma realidade alternativa, sem o Reverse-Flash, mas se houverem universos alternativos, o universo regular continua, mas apenas num universo é que o Wells nunca foi morto e substituído.

Se assim for, vão haver aventuras intra-dimensionais, mundos 'Terra' paralelos. Tenho praticamente a certeza que vai ser criado um 'Mundo 1' e um 'Mundo 2'.
Wormholes intra-universos, ligam um local do universo a outro local do mesmo universo porque afectam o espaço-tempo devido ao acréscimo gravitacional exuberante.

Têm noção da imensidão de fantástico que houve no final deste episódio? Porque sobreviver à entrada do wormhole é uma controvérsia, na teoria fazemos especulações mas um meta-humano Speedster com uma velocidade extrema, não é suficiente, porque até a velocidade da luz é limitada. Nem mesmo com conhecimento sobre o assunto é fácil de perceber o que vão fazer...

Delirei com o Eddie, foi o único 'with balls', para dizer: "Que se lixe, eu construo o meu próprio destino"... Nem tenho palavras. *Bate palmas e chora* É quase como um "Toma Eobard, eu nunca fui nada, porque morri herói!" Eddie, volta!

In The Flash Portugal

#TheFlash #APSPortugal




Autor: APS Portugal

Produtores, WTF are you doing? Late APS Thoughts #20

Produtores, WTF are you doing?

Late APS Thoughts #20




Autor: APS Portugal

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Sexta-feira é dia de Ainda Te Lembras! Aqui está a crónica de hoje! Hoje em dia...

Sexta-feira é dia de Ainda Te Lembras! Aqui está a crónica de hoje!

Hoje em dia, existem um número infinito de séries que falam sobre vampiros, demónios e forças do mal. É um tema que está bastante na moda e que parece ter vindo para ficar. Apesar de tudo, não é uma vertente que podemos considerar recente. Buffy, The Vampire Slayer é uma das provas disso.

A série estreou em 1997 e teve um total de 7 temporadas com 145 episódios exibidos. A série foi indicada (e venceu) prémios importantes, teve um spin-off, crossovers, esteve na lista da Revista Time como um dos 100 melhores programas de TV da história. Mesmo 12 anos depois do cancelamento o sucesso de Buffy continua até hoje.

Tal como o próprio nome indica a série fala-nos de uma rapariga, Buffy, que descobre que é a próxima numa longa linhagem de caçadoras de vampiros, nomeada para livrar a terra dos vampiros, demónios e outras criaturas do mal. A ideia deste conceito de caçadora de vampiros surgiu ao produtor baseada nos filmes de terror onde existe sempre uma rapariga loira indefesa que é a primeira a morrer. Joss Whedon quis mudar esse conceito…e conseguiu.

Os seus primeiros tempos como caçadora não são nada bons e o seu mentor acaba por morrer. É nessa altura que Buffy e a sua mãe se mudam para Sunnydale, a cidade que se encontra na Boca do Inferno, um lugar mítico famoso por atrair todo o tipo de criaturas do mal. Coincidência? Não me parece! E é aqui que a aventura realmente começa. Buffy conhece Xander (Nicholas Brendon) e Willow (Alyson Hannigan) e estes tornam-se os seus parceiros do crime a combater as forças do mal. Além disso também acabam por ter a ajuda de Giles (Anthony Head), o bibliotecário que é na verdade o novo mentor de Buffy.

Além de explorar toda a vida de Buffy como caçadora de vampiros, dando-nos episódios cheios de acção e com monstros bastante distintos, Buffy, The Vampire Slayer, acaba por explorar outros assuntos importantes, tais como os dramas vividos no dia a dia dos adolescentes. E o romance? Claro que não podia faltar romance: Willow sempre teve um fraquinho por Xander, Buffy apaixona-se por um vampiro com alma e tudo parece complicar. Angel, o vampiro, acaba por corresponder aos sentimentos de Buffy mas ainda assim a relação está condenada desde o primeiro dia pelo facto dele estar, efectivamente, morto.

Isto na primeira temporada. Ao longo das 7 temporadas vão sendo explorados mais temas, tais como bruxaria, além de vários novos vampiros que vão surgindo. Chega até a surgir outra Caçadora de Vampiros. Em sete temporadas, Buffy matou 143 vampiros, 74 demónios e 2 humanos, imaginem só! Curiosos? Vão sempre a tempo de ver.

Buffy já foi referenciada em várias séries como Friends, The Simpsons (Portugal), Xena, Charmed, Smallville, Gilmore Girls, Supernatural (Portugal), Will & Grace, Everybody Hates Chris, True Blood, Being Human (UK), entre outras.

Quem gosta de ficção científica e de acção e viu esta série com certeza relembra-se dela com bastante carinho.

Juliana Melo, #APSPortugal #AindaTeLembras

PS: E não vale esquecer que o David Boreanaz pode ser visto em Bones (Portugal) e a Alyson pode ser (re)vista em How I M Y Mother (Portugal)!




Autor: APS Portugal

Jane The Virgin | Reviravolta na 2ª Temporada Depois da 1ª Temporada ter termin...

Jane The Virgin | Reviravolta na 2ª Temporada

Depois da 1ª Temporada ter terminado no passado dia 11 de Maio, a produtora da série, Jennie Snyder Urman, revela-nos que a próxima temporada trará reviravoltas, e que uma delas tem a ver com o bebé de Jane.

O que acham que irá acontecer? ;)

#APSPortugal


Jane The Virgin | Season 2 Pull Forward | The CW

Executive Producer Jennie Urman tease Jane The Virgin Season 2, coming this fall to The CW. SUBSCRIBE: http://bit.ly/TheCWSubscribe About Jane the Virgin Whe...

Autor: APS Portugal

American Crime Story: People vs. O.J. | Primeiras fotos do elenco reveladas A s...

American Crime Story: People vs. O.J. | Primeiras fotos do elenco reveladas

A série do FX, 'American Crime Story: The People v. O.J. Simpson' pode só estrear em 2016, mas a sua produção já está em andamento.

Relembrando, Cuba Gooding Jr. estrela como O.J. Simpson; John Travolta interpreta Robert Shapiro; David Schwimmer é Robert Kardashian; Courtney B. Vance é Johnnie Cochran; Sarah Paulson é Marcia Clark e Billy Magnussen é Kato Kaelin.
A série será baseada no livro de Jeffrey Toobin, 'The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson', e a história será contada pela perspetiva dos advogados envolvidos no caso, e explorará as preparações de ambos os lados no tribunal.

Em baixo, podem ver as primeiras fotos do elenco principal da série.

#apsportugal #americancrimestory




Autor: APS Portugal

APS Review House of Cards | 3x04 "Chapter 30" - "Is this how you live with yours...

APS Review
House of Cards | 3x04 "Chapter 30" - "Is this how you live with yourself? By rationalizing the obscene into the palatable?"

O Presidente que comece a repensar estratégias, porque agora não está sozinho no ringue. Contar com a rivalidade dos Republicanos é já o pão nosso de cada dia, o problema é quando a Procuradora Geral dos EUA apresenta a sua candidatura à presidência.

O episódio ganhou na medida em que desta vez quem estava com os dados era Heather Dunbar, desde o início. O assunto dos drones que mataram a família de um civil e o puseram numa cadeira de rodas voltou à ribalta. Como planeado por Francis, a culpa foi assumida pelos EUA, Dunbar apresentou-se no Supremo Tribunal e deu o discurso emocional. Numa pequena reunião com o Presidente, este propõe-lhe um cargo no próprio Supremo Tribunal, um sonho para a mulher. O erro foi Francis não ter feito o seu trabalho de casa. O cargo seria aquele de Robert, o homem que Underwood convenceu a ficar a trabalhar, mesmo com o aparecimento de Alzheimer. Agora, queria afastá-lo.

Um dos problemas destes políticos (que por vezes até funciona) é o de falar com as pessoas na cronologia errada. Primeiro Robert, depois Dunbar. Mas Underwood propôs o cargo e depois foi tentar convencer o homem do contrário daquilo de que o convencera anteriormente. Resultado – Robert ficou ofendido com a agressividade do Presidente e, como disse anteriormente, Francis falhou no trabalho de casa, porque Robert tem uma ótima relação com Dunbar. Numa revolta pelo sistema corrupto, a mulher das leis decide que chega da corrupção democrata liderada pela Sala Oval, e toca a iniciar campanha. “See you in Iowa”, atira ao Presidente.

Para adoçar a rivalidade que se aproxima, Doug apresentou proposta para entrar na equipa de Heather. Pessoalmente, esta possível aliança, se se formar, acho que terá algumas pitadas do jogo duplo de Homeland – um dos mais leais servos do Presidente na equipa adversária? Vingança pelo bloqueio de voltar ao seu cargo ou obtenção de informações da concorrência para reportar ao seu tão adorado amo?

Ouve-se também falar da questão do Vale do Jordão, que agora choca com Corringan, um ativista dos direitos gays recentemente preso em território Russo. Avizinha-se um clima de Guerra Fria, com a extração do jovem, só pode ser bom.

Mas o episódio culmina no final, na igreja, entre o padre e Francis. Discurso otimamente conseguido, voltando a lembrar-nos que este homem nem nos momentos de maior fraqueza admite estar abaixo do amor ou de Deus.

Com ataques de fora e cá dentro a vida ainda mais dificultada, começa a apertar para Underwood. E o homem nem se vai candidatar, não é verdade? Imaginem se o fizesse.




Autor: APS Portugal