quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

APS Review Glee | "The Hurt Locker, Part 2" (contém spoilers) Se a primeira par...

APS Review

Glee | "The Hurt Locker, Part 2"

(contém spoilers)



Se a primeira parte da saga de Sue Sylvester e o garfo descartável como reminiscência de todo o ódio que sentia pelo clube Glee e Will Schuester, ficou um pouco aquém das minhas expectativas, julgo que este último episódio deu a volta por cima e fez-me lembrar mais uma vez, a razão pela qual comecei a ver esta série, em primeiro lugar.



Ao contrário do que seria expectável, esta competição tem a duração de três dias, dando a Rachel e Kurt tempo suficiente para pensarem numa performance que faça frente aos clubes adversários. Após uma cena no mínimo bizarra (diria eu) no choir room, com uma nova tentativa de Sue arruinar os New Directions, manipulando Sam, contra Rachel, esta pede ao Sam que recrute mais membros para o clube.



Sam, finalmente de volta aos seus sentidos partilha uma cena nos balneários com Spencer, que no meu ponto de vista quebra um pouco toda a agitação do episódio e traz-nos um sentimento de nostalgia ou apenas de lembrança que tem sido tão característico ao longo desta temporada.



Agora que Beiste afastou-se dos McKinley Titans dando a liderança a Sam, Spencer encara a possibilidade de tornar-se o novo quarterback da equipa de futebol. "Quarterbacks são líderes, não cobardes", diz Sam confrontado a teimosia de Spencer por não juntar-se aos New Directions. Este defende que o facto de ser gay, obriga-o a construir uma atitude viril e rígida para que consiga receber o respeito que merece por parte dos seus colegas de equipa.



Sam encoraja-o a seguir os passos de Finn Hudson e libertar-se do preconceito que sente para com ele mesmo, podendo assim tornar-se um líder. Spencer eventualmente junta-se à turma de Rachel e marca a sua estreia no clube Glee ao som de "It Must Have Been Love" com Kitty.



Algo que considero louvável no decorrer desta temporada, são as simples referências ao Finn. Quer seja através de um movimento de plano ou mencionado pelos personagens, os escritores têm encontrado uma maneira consistente de nos lembrar que ele não foi esquecido e que continua presente em McKinley. Considero este momento relevante, pois foi o primeiro contacto do personagem com a nova geração do clube Glee.



In Glee (Portugal)



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Autor: APS Portugal

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